a hora da estrelaLi o livro na faculdade de Jornalismo, para a aula de Teoria Literária, do genial professor Aristides Alonso. É simplesmente sensacional. Como tudo que Clarice Lispector escreve.

Em muitos momentos nos sentimos como Macabéa ao analisar seus sonhos, suas agruras, desilusões. Ela representa uma pessoa simples e como nordestina, a essência da brasileira, em tudo de mais puro e sublime.

É trabalhadora e busca o amor por mais que ele lhe seja revelado de forma vil e ruim.

O final demonstra uma cena corriqueira na vida urbana onde reina o descaso e o desprezo pelo ser humano, não só no Brasil como no mundo.

A Hora da Estrela é uma obra-prima que deveria ser instituída em todo o currículo escolar de ensino médio. É um livro para a vida com sua profunda reflexão sobre o ser humano e sua inserção no mundo.

O narrador conta a história de Macabéa, jovem alagoana de 19 anos que vive no Rio de Janeiro. Órfã, mal se lembrava dos pais, que morreram quando ela era ainda criança. Foi criada por uma tia muito religiosa e moralista, cheia de superstições e tabus, os quais ela passou para a sobrinha.

Essa tia também tinha certo prazer mórbido em castigar Macabéa com cascudos na cabeça, muitas vezes sem motivo, além de privá-la de sua única paixão: a goiabada com queijo na sobremesa. Assim, depois de uma infância miserável, sem conforto nem amor, sem ter tido amigos nem animais de estimação, Macabéa vai para a cidade grande com a tia.

Sinopse: O narrador conta a história de Macabéa, jovem alagoana de 19 anos que vive no Rio de Janeiro. Órfã, mal se lembrava dos pais, que morreram quando ela era ainda criança. Foi criada por uma tia muito religiosa e moralista, cheia de superstições e tabus, os quais ela passou para a sobrinha.

Essa tia também tinha certo prazer mórbido em castigar Macabéa com cascudos na cabeça, muitas vezes sem motivo, além de privá-la de sua única paixão: a goiabada com queijo na sobremesa. Assim, depois de uma infância miserável, sem conforto nem amor, sem ter tido amigos nem animais de estimação, Macabéa vai para a cidade grande com a tia.

Apesar de ter estudado pouco e não saber escrever direito, Macabéa faz um curso de datilografia e consegue um emprego, no qual recebe menos que o salário mínimo. Após a morte da tia, deixa de ir à igreja e passa a repartir um quarto de pensão com quatro balconistas de uma loja popular.

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