#16 Olhinhos de Gato, Cecília Meirelles

olhinhos de gatoEu amo Cecilia Meirelles. Não só pelo fato de amar poesia, mas também porque ela me traz lembranças muito vivas de minha infância, dentre elas uma época em que tirei o segundo lugar de um concurso da 6a. série e o terceiro de 5a à 8a. Minha amiga Aline Rocha venceu o concurso da sexta e tirou o segundo lugar de 5a à 8a. Lembro que eu ganhei um livro de Luis Jardim e ela ganhou Olhinhos de Gato. Depois quis conferir e li.

Neste livro, Cecilia fala de solidão, das perdas e da dor. Quando eu li, devia ter uns treze, mas poderia relê-lo agora sem problemas. O texto de Cecilia é leve e por muitas vezes musical. E ela fala com muita propriedade da infância, a melhor e mais feliz época de minha vida: a época das brincadeiras, das primeiras letras, dos amigos de infância, das descobertas.

O livro também fala do rito de passagem da infância à adolescência quando Olhinhos de Gato tem seus cachinhos cortados e os entrega à avó. Há ali o rito de passagem, o fim de um ciclo e o início de outro.

É um livro imperdível. Super recomendo!

 

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Saiba mais sobre: Pedro Bandeira

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Um dos principais autores brasileiros de literatura infanto-juvenil, Pedro Bandeira de Luna Filho nasceu na cidade de Santos, em São Paulo, no dia 9 de março de 1942. Ele se envolveu seriamente com o teatro amador, campo no qual atuou até 1967 como intérprete, encenador e cenógrafo; nesta área ele também teve uma passagem pelo teatro de bonecos.

Em 1961 Pedro foi para São Paulo com o objetivo de cursar Ciências Sociais na Universidade de São Paulo, a USP. Nesta cidade ele encontra seu grande amor, Lia, com quem se casa e tem três filhos – Rodrigo, Marcelo e Maurício -, que lhe dão cinco netos: Michele, Melissa, Beatriz, Júlia e Érico.

Sua vivência na área de Comunicação – no Jornalismo e na Publicidade – teve início em 1962, quando o escritor ingressa no periódico Última Hora, passando posteriormente a trabalhar na Editora Abril, na qual circulou por várias revistas. Bandeira ressalta a importância de sua experiência jornalística para sua carreira literária, pois o profissional da imprensa é obrigado a dominar assuntos os mais diversos ao escrever sobre eles.

Pedro aprendeu, assim, a dedicar a cada público-alvo uma escrita distinta, desde os adolescentes até os profissionais especializados. Ele também buscou recursos na psicologia e na educação para compreender questões delicadas que envolvem o leitor infantil, tais como a idade em que as crianças vêem o pai como um herói, ou o momento em que esta imagem se desconstrói e a figura paterna é criticada e questionada.

Recebe então a proposta de criar uma coleção de livros para crianças. Sua primeira publicação é O dinossauro que fazia au-au, de 1983, já aclamado pelo leitor infantil. Seu grande sucesso literário, porém, foi a obra A Droga da Obediência, de 1984, direcionado para o público adolescente, no qual ele se especializou.

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Esta obra é a primeira da série que ficará conhecida como Os Karas, integrada por A Droga da Obediência, Pântano de Sangue, Anjo da Morte, A Droga do Amor e Droga de Americana!Seus personagens são detetives, um grupo clandestino que investiga eventos misteriosos.

Desde 1983 Pedro Bandeira vem devotando todo seu tempo para a prática da literatura. Sua fonte inspiradora são os inúmeros livros pelos quais o autor já navegou e sua própria experiência existencial. Ou, às vezes, ela brota até mesmo das cartas e mensagens que seus fãs lhe enviam toda semana.

Hoje este escritor é um dos que mais vende livros na faixa adolescente – pelo menos 8,6 milhões de exemplares até 2002. Além disso, ele também realiza conferências em todo o país, especialmente para professores, sobre leitura e alfabetização. Bandeira publicou, até agora, mais de 50 obras, entre as quais se destacam: A marca de uma lágrima, A Hora da verdade, Descanse em paz, meu amor, Prova de Fogo, entre outros.

Autor amplamente premiado, já conquistou, entre outros, o Prêmio APCA, conferido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, e o Prêmio Jabuti, oferecido pela Câmara Brasileira do Livro. Hoje ele vive em São Roque, ao lado da família.

Fonte: http://www.infoescola.com/biografias/pedro-bandeira/

Dobradinha Literária #31: Cinderela Chinesa – Adeline Yen Mah

downloadA  boa e velha história do conto da cinderela representando a excelente escrita de Adeline Yen Mah em sua autobiografia.
Ganhadora de vários prêmios por suas publicações,  o livro Cinderela Chinesa vem ser a cereja do bolo desta renomada escritora,  descrevendo um pouco da história de sua vida.

Quinta filha de um milionário chinês, Adeline perdeu a mãe apenas duas semanas depois de nascer. Além de sofrer com a hostilidade dos irmãos, que a responsabilizam pela morte da mãe, Adeline ainda sofre com a indiferença do pai e a crueldade da madrasta. A segunda mulher de seu pai despreza os filhos do casamento anterior, que vivem pobremente, limitados a três refeições diárias e a apenas uma muda de roupa além do uniforme escolar. O pai ignora o que acontece em casa, deixando o terreno livre para a madrasta.

Por ter ousado contrariá-la e por apresentar um rendimento exemplar na escola, Adeline padece nas mãos dessa mulher, que parece ter saído diretamente da fábula Cinderela. Por isso, acaba num colégio interno, sem visitas nem presentes, e é nos livros que encontra refúgio para sua tristeza e solidão. É dessas leituras que vem sua redenção: aos catorze anos, ela se inscreve em um concurso internacional de peças teatrais para alunos de língua inglesa, e ganha.

A partir daí, Adeline tem a chance de escapar do seu destino. O resultado dessa experiência extraordinária é Cinderela chinesa, best-seller internacional que fala com sensibilidade sobre a superação de uma infância extremamente infeliz.

download (1) Adeline e seus irmãos.

Este livro mexeu muito comigo porque associei tudo o que li a histórias também tão reais quanto a dela, de pessoas próximas, que sentiram na pele o peso da solidão,  do desprezo e da necessidade de obedecer para poder ultrapassar estes momentos marcantes e tristes.

Fiquei feliz em absorver tantas lições, mas meu coração encerrou esta leitura arrasado em ver tantas ações mesquinhas.. Portanto se você esta numa fase sensível,  não leia este livro ok?

Nesta leitura poderemos também conhecer o impacto da guerra  na China e como o talento, a criatividade e a coragem ajudaram Adeline a ter uma chance de conquistar a vida que sempre sonhou.

images (1)Adeline Yen Mah nasceu em Tianjin, na China, em 1937. Aos catorze anos convenceu o pai a enviá-la à Inglaterra para estudar medicina. Seu primeiro livro, Falling leaves, vendeu mais de um milhão de exemplares em todo o mundo. Hoje vive com o marido e seus dois filhos em Londres.

Indicação Literária: O MUNDO DE ANNE FRANK – Janny van der Molen

O_MUNDO_DE_ANNE_FRANK_1435872432512302SK1435872432BSe o diário em que a jovem Anne Frank relata os dias vividos num esconderijo em Amsterdã com a família durante a Segunda Guerra Mundial dispensa maiores apresentações, o lançamento O mundo de Anne Frank, de Janny van der Molen, merece ser conhecido pelo leitor brasileiro.

Anne Frank morreu jovem.Sua história é uma das mais impressionantes ja descritas e retrata a vida de uma criança durante a Segunda Guerra Mundial.

No livro “O mundo de Anne Frank – lá fora a guerra” teremos uma narrativa bem diferente. A autora, através de  registros históricos e demais informações extraídas da Fundação Anne Frank, em Amsterdã, nos apresenta a infância de Anne, anos antes dela dar início a escrita do seu famoso diário. Sua vida é contada de tal maneira que o livro encanta criança, jovens e adultos.

Publicada sob o selo Jovens Leitores, da Editora Rocco, o livro foi destinado às crianças e jovens, assim como “O Menino do Pijama Listrado” e “A Menina que Roubava Livros”.

AnneFrank_TopoAo longo da leitura, Anne compartilha conosco seu sonho de ser escritora. O livro é organizando em 10 momentos da vida de Anne: Brincar, Família, Guerra, Medidas, Medo, O diário, Sobreviver, Apaixonada, Delatados e Horror; acompanhamos assim, o crescimento de uma jovem judia até sua adolescência.

Saiba mais sobre: Cecília Meireles

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Cecília Meireles é uma das grandes escritoras da literatura brasileira. Seus poemas encantam os leitores de todas as idades. Nasceu no dia 7 de novembro de 1901, na cidade do Rio de Janeiro e seu nome completo era Cecília Benevides de Carvalho Meireles.

Sua infância foi marcada pela dor e solidão, pois perdeu a mãe com apenas três anos de idade e o pai não chegou a conhecer (morreu antes de seu nascimento). Foi criada pela avó Dona Jacinta. Por volta dos nove anos de idade, Cecília começou a escrever suas primeiras poesias.

images (1)Formou-se professora (cursou a Escola Normal) e com apenas 18 anos de idade, no ano de 1919, publicou seu primeiro livro “Espectro” (vários poemas de caráter simbolista). Embora fosse o auge do Modernismo, a jovem poetisa foi fortemente influenciada pelo movimento literário simbolista. No ano de 1922, Cecília casou-se com o pintor Fernando Correia Dias. Com ele, a escritora teve três filhas.

Sua formação como professora e interesse pela educação levou-a a fundar a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro no ano de 1934. Escreveu várias obras na área de literatura infantil como, por exemplo, “O cavalinho branco”, “Colar de Carolina”, “Sonhos de menina”, “O menino azul”, entre outros. Estes poemas infantis são marcados pela musicalidade (uma das principais características de sua poesia).

O marido suicidou-se em 1936, após vários anos de sofrimento por depressão. O novo casamento de Cecília aconteceu somente em 1940, quando conheceu o engenheiro agrônomo Heitor Vinícius da Silveira.

No ano de 1939, Cecília publicou o livro Viagem. A beleza das poesias trouxe-lhe um grande reconhecimento dos leitores e também dos acadêmicos da área de literatura. Com este livro, ganhou o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras. Cecília faleceu em sua cidade natal no dia 9 de novembro de 1964.

Tendo feito aos 9 anos sua primeira poesia, estreou em 1919 com o livro de poemas Espectros, escrito aos 16 e recebido com louvor por João Ribeiro.


Algumas obras publicadas por ela:

Criança, meu amor, 1923                                      Nunca mais… e Poemas dos Poemas, 1923
Criança meu amor…, 1924                                    Baladas para El-Rei, 1925
O Espírito Vitorioso, 1929 (ensaio – Portugal)            Saudação à menina de Portugal, 1930

Rui — Pequena História de uma Grande Vida, 1949 (biografia de Rui Barbosa para crianças)

Retrato Natural, 1949                                      Problemas de Literatura Infantil, 1950
Amor em Leonoreta, 1952                                Doze Noturnos de Holanda & O Aeronauta, 1952
Romanceiro da Inconfidência, 1953                    Batuque, 1953
Pequeno Oratório de Santa Clara, 1955              Pistóia, Cemitério Militar Brasileiro, 1955
Panorama Folclórico de Açores, 1955                 Canções, 1956

Giroflê, Giroflá, 1956                                      Romance de Santa Cecília, 1957
A Bíblia na Literatura Brasileira, 1957                A Rosa, 1957
Obra Poética,1958                                          Metal Rosicler, 1960
Poemas Escritos na Índia, 1961                        Poemas de Israel, 1963
Antologia Poética, 1963                                   Solombra, 1963
Ou Isto ou Aquilo, 1964                                   Escolha o Seu Sonho, 1964

Fonte :  http://www.suapesquisa.com/biografias/cecilia_meireles.htm       http://www.releituras.com/cmeireles_bio.asp

Cinco livros infantis preferidos pelos pais e pelas crianças


“Flicts” conFlictsta a história de uma cor “diferente”, que não consegue se encaixar no arco-íris, nas bandeiras e em lugar nenhum, e que ninguém, a princípio, reconhece seu merecido valor. Ao longo do livro, Flicts vai se conformando que “não tinha a força do Vermelho, não tinha a imensidão do Amarelo, nem a paz que tem o Azul”.

Contudo, Ziraldo presenteia o leitor com uma fantástica mensagem de caráter e respeito, dando a entender que todas as pessoas, por mais diferentes que sejam, possuem seu lugar no mundo. E Flicts também encontra seu lugar: na Lua.

Branca-de-Neve

Imagine como seria a vida da Branca de Neve se ela casasse com o caçador? Ou se o espelho mágico mentisse para a Madrasta? Branca de Neve e as Sete Versões é o terceiro volume da Coleção Fábrica de Fábulas, que estreou com Chapeuzinhos Coloridos e O Patinho Feio que não era Patinho nem Feio.

Quem-tem-medo-de-monstro

Todo mundo tem medo – e isso pode ser até bom. O que não precisa é ter medo das coisas que não existem. Nos livros desta série, o pequeno leitor poderá conversar com Ruth Rocha sobre seus medos… E descobrir outros que nem imaginava que existiam. E, principalmente, poderá aprender que o humor é a melhor maneira de enfrentá-los!

A-Grande-Viagem-da-Senhorita-Prudência

A mãe de Prudência está chamando… a menina precisa arrumar o quarto antes de sair. Onde está o short? E os sapatos? Sua mãe quer tudo organizado e está com pressa. Mas, enquanto ela despeja obrigações sobre a filha, a menina não está nem um pouco preocupada – quer mesmo é brincar. Prudência então inicia uma viagem por mundos fantásticos, com as mais incríveis criaturas, figuras e cores. Só depois de realizar seu maravilhoso passeio, que inclui até um mergulho ao fundo do oceano, ela finalmente responde à mãe: ‘tô indo!’.

Conto-de-Fadas

Traz os contos de fadas em suas versões originais.

Fonte: Blog Submarino

Dobradinha Literária #30: Crônicas de Nárnia Vol.01 – O Sobrinho do Mago

The Magician’s Nephew (O Sobrinho do Mago) é um livro do escritor britânico C.S. Lewis publicado originalmente em 1955 como parte da série As Crônicas de Nárnia. Este mesmo livro também já foi publicado no Brasil com o título Os Anéis MágicosOs fatos narrados remetem a acontecimentos que precedem o primeiro livro publicado da série, que é O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa.

Nesta obra Lewis nos conta sobre a criação de Nárnia por Aslam, e como começaram as idas e vindas de crianças do nosso mundo até lá, bem como a origem do armário mágico que leva os irmãos Pevensie para Nárnia em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, sobre a infância do misterioso professor Kirke, e a origem de Jadis, a Feiticeira Branca .

Dobradinha Literária #29 : A Torre Negra – O Pistoleiro Vol. 01 Stephen King

“O homem de preto fugia pelo deserto, e o Pistoleiro ia atrás”

Sinopse:

download (1)O Pistoleiro” apresenta ao leitor o fascinante personagem de Roland Deschain, último descendente do clã de Gilead, e derradeiro representante de uma linhagem de implacáveis pistoleiros desaparecida desde que o Mundo Médio onde viviam “seguiu adiante”. Para evitar a completa destruição desse mundo já vazio e moribundo, Roland precisa alcançar a Torre Negra, eixo do qual depende todo o tempo e todo o espaço, e verdadeira obsessão para Roland, seu Cálice Sagrado, sua única razão de viver. O pistoleiro acredita que um misterioso personagem, a quem se refere como o homem de preto, conhece e pode revelar segredos capazes de ajudá- lo em sua busca pela Torre Negra, e por isso o persegue sem descanso.  À medida que a saga avança, outros personagens são adicionados ao ‘ka-tet’: Jake Chambers, um menino de onze anos que se vê no Mundo Médio após ter morrido em um atropelamento em Nova York de 1977. Ele fala com Rolland  de fatos de seu mundo causando uma certa confusão; Eddie Dean, um viciado em heroína que entra no mundo de Roland justamente quando um de seus negócios de venda de drogas vai mal na NY de 1987; e Susannah Holmes, uma ativista negra dos direitos civis nos anos 60 (também de NY) que sofre de um distúrbio poderoso de personalidade dupla. Mas o pistoleiro não conseguirá chegar sozinho ao fim da jornada que lhe foi predestinada. Na verdade, sua aventura se estenderá para outros mundos muito além do Mundo Médio, levando-o a realidades que ele jamais sonhara existir.

download (2)O Pistoleiro é uma grande introdução, um prelúdio para uma aventura sem limites, com descrições de uma transformação de personalidades, de sonhos – um conto que nos apresenta ao universo de Stephen King através de A Torre Negra. Nesta obra conheceremos a história de Roland de Gilead, o último pistoleiro de uma linhagem extinta, e sua busca pela Torre Negra (o centro de todos os universos, o eixo do qual depende todo o tempo e o espaço – lembra-se disso pois é uma informação muito importante no decorrer da leitura dos livros).
Roland descreve neste primeiro volume um pouco de sua infância e como o mundo seguiu em frente. A medida que temos contato com a narrativa, imaginamos um mundo destruído, abandonado a muito tempo, como se algo tivesse acontecido, um apocalipse justificando assim este ambiente de total abandono.

Mesmo sendo um livro relativamente curto ele se torna um esboço de tudo o que ainda irá acontecer. Em algumas páginas, King já nos entrega um universo surpreendente e até medonho, no bom sentido. Peço que você não cometa o erro de se enganar durante a leitura pensando que é um livro bonito: cada página é mais surpreendente que a anterior. Este é um dos elementos que diferenciam O Pistoleiro. O livro nos passa uma sensação de desolação, de tristeza ao mesmo tempo em que nos fascina com isso.

Eis a sequencia dos livros: O Pistoleiro (1982)   /   A Escolha dos Três (1987)    /   As Terras Devastadas (1991)   /  Mago e Vidro (1997)   /   Lobos de Calla (2003)   /   Canção de Susannah (2004)   /   A Torre Negra (2004)   /  O Vento Pela Fechadura (2012)

Eu particularmente tenho muita dificuldade em me adaptar a este tipo de narrativa com um ritmo prazeroso. Para que eu conseguisse concluir a leitura, impus a meta 50 páginas por dia (sair da zona de conforto não é fácil).

Uma das dificuldades que tive foi entender que os parênteses abertos pelo autor sé serão entendíveis ao longo da leitura dos volumes, logo, nada fica amarradinho ao término do primeiro volume. Este livro pode ser considerado um livro de apresentações, que se fosse avulso não teria nada de mais e ainda nos daria essa sensação de nada finalizado (elemento nada característico nas obras de King).

Este título foi a escolha do mês de outubro para o Clube do Livro no qual participo.

Boa Leitura