Os romances de Eric Clapton dão uma biografia não-autorizada

eric claptonA vida de Eric Clapton sempre foi motivo para os tablóides britânicos. Viciado em heroína, cocaína e mulheres, toda sua carreira passou da seção de espetáculos para aquela de devaneios com seu lado selvagem de vida.

Por isso, não é estranho que Paul Scott, jornalista do Daily Mail, acabe de editar a biografia: Órfão : a  biografia definitiva de Eric Clapton, dedicada a este músico que teve a santíssima trindade dos astros de rock: sexo, drogas e rock and roll.

Seus problemas com drogas estão documentados, assim como com o álcool, que abandonou em 1987. Mas Clapton, de 70 anos, e ganhador de vinte prêmios Grammy, também teve uma vida amorosa movimentada, e detalhes que não se conheciam até agora. A mais explosiva para os ingleses, foi o suposto romance que teve com Lady Di, apesar do autor do livro não ter confirmado.

O livro também fala de outras relações explosivas como a que manteve com Carla Bruni, a cantora francesa, que hoje é esposa do ex-presidente francês Nicolas Sarkozy Carla queria conhecer Mick Jagger, famoso por roubar as mulheres alheias. Clapton pediu a Jagger que poupasse Carla, pois estava apaixonado, mas Jagger não lhe deu ouvidos. Dias depois, os dois assumiriam um romance que durou sete anos e fez com que o astro dos Rolling Stones se separasse de Jerry Hall.

A biografia é não-autorizada e promete causar tumulto.

 

Por Anna Barros

 

Crédito da foto: Cordon Press

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Um ano do Coração Literário!

Bolo.Aniversario.6Era um sonho antigo ter um blog literário. E depois de muito hesitar, decidi escrever nele. Não consigo atualizar como gostaria, mas me dá muito prazer blogar nele.

Queria, em virtude desse primeiro aniversário, agradecer muito à Arita Souza, do Dobradinha Literária, que é minha parceira aqui, sempre presente, com posts maravilhosos e altas dicas. Não deixem de conferir o seu canal Dobradinha Literária que é motivo de inspiração para mim.

Em virtude do aniversário, vamos sortear dois livros entre os leitores. Para isso, eles precisam comentar em qualquer post do blog. Os livros são: Emma, de Jane Austen e Como eu era antes de você, de Jojo Moyes.

Obrigada a todos os leitores que fazem com que esse espaço siga trazendo encantamento e amor a todos aqueles, que, como eu, são apaixonados por livros.

Agradeço também aos meus colaboradores Vitor Arouca, Livia Lima e Luis Fernando Salles que também atualizam o blog para que ele não caia no esquecimento.

Dobradinha Literária #41 : As intermitências da Morte – José Saramago

Morrer é condição para que nasça o novo – Machado de Assis em Quincas Borba.

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O que seria inusitado é alguém se perguntar:  o que aconteceria se de repente ninguém mais morresse? Ao contrário das preces pedindo vida eterna onde nunca envelheceríamos e esse mundo que nos cerca, seria pra sempre nosso, As Intermitências da Morte traz um cenário bem menos animador.

Cansada de ser detestada pela humanidade, a ossuda resolve suspender suas atividades. De repente, num certo país fabuloso, as pessoas simplesmente param de morrer. E o que no início provoca um verdadeiro clamor patriótico logo se revela um grave problema.
Idosos e doentes agonizam em seus leitos sem poder “passar desta para melhor”. Os empresários do serviço funerário se vêem “brutalmente desprovidos da sua matéria-prima”. Hospitais e asilos geriátricos enfrentam uma superlotação crônica, que não pára de aumentar. O negócio das companhias de seguros entra em crise. O primeiro-ministro não sabe o que fazer, enquanto o cardeal se desconsola, porque “sem morte não há ressurreição, e sem ressurreição não há igreja”.
Um por um, ficam expostos os vínculos que ligam o Estado, as religiões e o cotidiano à mortalidade comum de todos os cidadãos. Mas, na sua intermitência, a morte pode a qualquer momento retomar os afazeres de sempre. Então, o que vai ser da nação já habituada ao caos da vida eterna?
O livro  nos mostra um único país no mundo onde, ao primeiro minuto que inicia um novo ano, as pessoas param de morrer. Acidentes graves, infartos do miocárdio, brigas violentas – nada disso importa. Desde aquele primeiro de janeiro, não se morre mais nos limites do país. Simples assim, complexo assim.

O que começa como felicidade geral (teriam os céus atendido as preces do povo?) logo se mostra uma realidade desesperadora. Sem a morte, mesmo quem deveria morrer continua em estado de vida suspensa. De uma velhice avançada a tiros múltiplos de bala: ninguém morre. A vida não se esvai, mas também não volta, e quem ficara por um fio de morrer continua assim indefinidamente. Em pouco tempo os hospitais e asilos ficam lotados, e o governo precisa redefinir o que serão de planos de aposentadoria e seguros de vida.

A própria morte é personagem (e se não dizemos que é a morte “em pessoa” é porque ela se sustenta apenas com o esqueleto – como todas aquelas representações que já vimos em pinturas e livros). E seu nome vem grafado assim mesmo, em minúsculas: a morte. A morte que envia cartas roxas e – com sua maneira peculiar de enxergar os vivos – conversa conosco.

“Não há nada no mundo mais nu que um esqueleto” –  José Saramago

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O Livro assemelha-se a uma fábula  de 200 páginas  sobre a importância de morrer e como esse simples fato, altera a vida de todos que vivem. O livro tem uma estrutura cíclica, que surge como alegoria ao próprio ciclo da vida: tudo começa, cresce e morre..

Ele também nos confunde neste livro com seu jeito de escrever ignorando pontuações. Se você não é um leitor mais atento, mais focado em sua concentração, deixará passar muitos detalhes importantes do livro.

Ao longo do livro, Saramago brilhantemente inverte os papeis entre os vivos e a morte. Quando o caos se instala, o povo fica cada vez menos humano, chegando a fazer o papel de carrasco: surgem máfias dedicadas exclusivamente a levar os moribundos para atravessar a fronteira do país e poderem dar seu último suspiro em terras onde ainda é possível morrer. Enquanto isso, a morte vai, lenta e progressivamente, se tornando mais e mais humanizada. A epígrafe do livro – como sempre nos livros do Saramago – é perfeita síntese dessa visão:

Saberemos cada vez menos o que é um ser humano“.

Outra característica que chama atenção é a mudança de foco da trama. Ao invés de ficar estacionada. o pontapé inicial muda de figura, e de um evento geral passa-se a focar em personagens individuais. Em as Intermitências da Morte, a relação de destaque é entre a morte e um violinista que lhe desafia a lógica.

Só mesmo um grande romancista para desnudar ainda mais a terrível figura. Apesar da fatalidade, a morte também tem seus caprichos.

Sobre o Autor: 

download (2)Filho e neto de camponeses, José Saramago nasceu na aldeia de Azinhaga, província do Ribatejo, no dia 16 de Novembro de 1922. Nosso autor deveria ter sido registrado ao nascer como Jose de Souza, porém o escrivão colocou por conta própria Saramago em seu nome, já que esta era a alcunha como a  família seu pai era conhecida. Os seus pais emigraram para Lisboa quando ele não havia ainda completado dois anos. A maior parte da sua vida decorreu, portanto, na capital.

O seu primeiro emprego foi como serralheiro mecânico, tendo exercido depois diversas profissões: desenhador, funcionário da saúde e da previdência social, tradutor, editor, jornalista.

Publicou o seu primeiro livro, um romance,  Terra do Pecado, em 1947, tendo estado depois largo tempo sem publicar (até 1966). Trabalhou durante doze anos numa editora, onde exerceu funções de direção literária e de produção. Colaborou como crítico literário na revista Seara Nova.

Fez parte da redação do jornal Diário de Lisboa, onde foi comentador político, tendo também coordenado, durante cerca de um ano, o suplemento cultural daquele jornal. Pertenceu à primeira Direção da Associação Portuguesa de Escritores e foi, presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Autores.

Foi diretor-adjunto do jornal Diário de Notícias. A partir de 1976 passou a viver exclusivamente do seu trabalho literário, primeiro como tradutor, depois como autor.

Casou com Pilar del Río em 1988 e em Fevereiro de 1993 decidiu repartir o seu tempo entre a sua residência habitual em Lisboa e a ilha de Lanzarote, no arquipélago das Canárias (Espanha).

José Saramago faleceu a 18 de Junho de 2010 aos 87 anos na Espanha.

Saramago foi o primeiro escritor de língua portuguesa  a receber o Prêmio Nobel da Literatura em 1998

Dicas de livros esportivos para o feriado de Páscoa

guardiolaGuardiola Confidencial: Livro sobre o técnico de futebol, Pepe Guardiola. O jornalista Martí Perarnau teve acesso permitido para seguir por uma temporada inteira o treinador espanhol do Bayern de Munique e escrever sobre sua vida no futebol. O prefácio é do jornalista André Kfouri.

 

 

 

Mourinho Rockstar: José Mourinho é um treinador de futebol português de personalidade forte, ou você ama ou odeia. O livro escrito por Luís Aguillar conta as histórias de Mourinho no mundo do futebol e principalmente as polêmicas que Mourinho teve. O prefácio é do jornalista e comentarista esportivo PVC.

 

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Por Vitor Arouca

# 34 O perfume – Patrick Suskind

o perfumeEsse livro é sensacional e nos faz refletir sobre muitas coisas, principalmente como o lfato é importante em nossas vidas, tanto no aspecto afetivo como no social. E chegamos a ficar com pena e medo de Grenouille ao mesmo tempo. Como ele, mesmo com uma vida miserável, sonsegue ser sensível ao fabricar os perfumes e cruel ao matar as moças de quem ele quer extrair a essência mais pura para fabricar uma nova essência. Estamos diante de um psicopata intrigante. O filme é bom, mas o livro é muito melhor.

Também li na faculdade de Jornalismo para uma disciplina chamada Linguagem Audiovisual e foi uma experiência realmente fantástica.

Além do cinema o livro foi inspiração para uma canção da banda Nirvana. Isso porque Kurt Cobain, vocalista e guitarrista, considerava “O Perfume” como sendo o seu livro favorito. A canção chama -se Scentless Apprentice, faixa 02 do álbum In Utero, gravado em 1993.

 

Sinopse:

O livro conta a história de um homem que possui um olfato extraordinariamente apurado, que o permite uma percepção extremamente apurada do mundo, onde ele era capaz de orientar-se apenas pelos cheiros.

A história situa-se no século XVIII, em Paris, depois em Auvergne, em Montpellier, em Grasse e finalmente retorna a Paris. O protagonista, Jean-Baptiste Grenouille, veio ao mundo em meio a tripas de peixe atrás de uma banca de feira onde a mãe (algumas semanas depois executada por infanticídios) vendia peixe. Grenouille possui duas características excepcionais:

  • ele não possui odor próprio, o que permite que ele passe totalmente despercebido aos outros, pois segundo o autor “o odor é a essência, e o que não tem essência não existe”. Durante a história, essa ausência de cheiro, da qual ele se dá conta quando adulto, será compensada pela criação de perfumes que Grenouille utiliza de acordo com as circunstâncias a fim de ser notado pelos outros.
  • ele tem um olfato extremamente desenvolvido, o que lhe permite reconhecer os odores mais imperceptíveis. Conseguia cheirá–los a distâncias inacreditáveis e armazenava–os em sua memória, também excepcional. Esse olfato é sua principal característica, que lhe permite confeccionar perfumes de qualidade excepcional.

Durante a sua vida sofreu de vários acidentes e doenças. Foi vendido quando criança para trabalhar como aprendiz de curtidor de peles e posteriormente como aprendiz de perfumista, onde aprendeu as questões técnicas na criação de um perfume.

Já jovem, Grenouille encontra uma moça, com um perfume totalmente diferente de todos os milhares de perfumes que ele guardava na memória. Era um perfume doce e intocado, perfeito. Grenouille torna-se obcecado por apoderar-se desse odor e acaba por matá-la com as suas próprias mãos. Mas esta jovem é apenas a primeira das vítimas de Grenouille, que acaba por matar vinte e seis jovens mulheres no processo da criação do Perfume perfeito, acima de todos os outros.

Livros sobre a Segunda Guerra Mundial

Mesmo setenta anos após o seu fim, a Segunda Guerra Mundial continua sendo assunto e tanto nos meios acadêmicos quanto em mesas de bar. O horror do regime nazista, que levou o mundo a um conflito sem precedentes , e seus desdobramentos, mantêm-se fonte inesgotável de estudo, trazendo à tona novas descobertas históricas, diferentes ângulos de análise e testemunhos surpreendentes dos últimos sobreviventes da época. Num mundo em permanente tensão e incertezas de ordem política, social e econômica, a sombra do último grande conflito mundial presente em livros, filmes, reportagens e documentários é fundamental para alertar contra a proximidade e a aparente banalidade do mal. Veja uma seleção de livros que abordam o assunto:

Fonte: Editora Rocco

As Mulheres e o Nazismo

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Isto é um Homem?

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Hanns e Rudolf

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Por Luis Fernando Salles

Dobradinha Literária #40: A Lenda de Su – Tiago Melo Andrade

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Em Su ninguém sabia ler. A não ser o rei. Livros? A população nunca tinha visto um. Escolas? Também não existiam. Os motivos da ausência de meios que pudessem tornar acessível o conhecimento a todos eram desconhecidos da maioria dos habitantes que, em troca dos preciosos conselhos do monarca, arcavam com impostos altíssimos. Mas será que o rei era mesmo tão sábio?

“…algo pior poderia acontecer ao súdito se ele dissesse qualquer coisa errada; uma palavra mal pronunciada, um “s” a menos, já eram motivo para que o sábio submetesse o plebeu inculto a uma longa sucessão de humilhações, reduzindo-o a nada.”

Vaidoso, certamente. Em determinado momento da história, deixa isso ainda mais evidente ao chamar o maior artesão da região, Krasso, para lhe fazer uma encomenda: uma estátua de ouro maciço em sua própria homenagem, que deveria ser erguida na praça central da sede do reino. O trabalho encheu de alegria o coração de Krasso – afinal, ele seria muito bem remunerado pelo serviço. No entanto, enquanto executava a obra, de dentro do palácio real, o artesão percebeu contrastes significativos entre a realidade da população de Su e a que o rei desfrutava.

“..A única fonte de conhecimento de que Krasso tinha ouvido falar eram os livros, mas nunca vira um sequer em toda a sua vida. Se ele os visse, nem os reconheceria.”

Tomado por uma grande revolta, Krasso matutou sobre como o soberano havia conseguido acumular tanto conhecimento. Foi então que se lembrou que a única fonte de saber de que tinha ouvido falar eram os livros. Quis procurá-los, mas esbarrou num problema: ele nunca, sequer, tinha visto um! Esperto, Krasso teve uma ideia. Ao terminar a escultura, cutucou a vaidade do rei dizendo que, para a obra ficar completa, ainda faltava um item que fizesse menção direta a toda sabedoria do líder de Su. “Um livro!”, sugeriu o monarca que providenciou um exemplar e entregou para o escultor ter como referência. Pronto. Agora Krasso já saberia o que procurar!

download (2)Para aumentar seu tempo de permanência no palácio – e, com isso, elevar as chances de encontrar outros livros – Krasso lança a ideia: “e se fizéssemos uma estátua ainda maior?”. O rei aceita a oferta sem pestanejar. Só que Krasso não sabia ler, o que continuava tornando a missão difícil… Recordou-se, então, de um eremita que havia sido banido do reino de Su e foi ter com ele. Ele sabia ler…

Krasso já estava desistindo de sua busca por conhecimento enquanto fazia a segunda estátua dentro do castelo quando, finalmente, dá de cara com os livros. E em lugar totalmente inusitado…

Sobre o autor
download (3)Nascido em São José do Rio Preto (SP) Tiago de Melo Andrade mora em Uberaba (MG). Estudou História, formou-se em Direito, começou a publicar e já aos vinte e dois anos, isto é, em 2001, ganhava o prestigioso Prêmio Jabuti como Autor Revelação. É autor de mais de duas dezenas de livros dirigidos ao público infantojuvenil . Publicou, pela Editora Melhoramentos, O Ovo do Elefante, Gabi e o Tesouro do Oriente, Gabi em Busca da Paz, Tire o Pé do Meu Direito e Carne Quebrada. Seus livros integram também os acervos da Fundação nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).

Personagens femininas inspiram leitoras

Muitas histórias nos marcam por seus personagens. Algumas delas se tornam inesquecíveis e um exemplo para nossas vidas. Veja três personagens mulheres que inspiram a todos no mundo da literatura.

Jogos Vorazes, de Suzanne Collins

A personagem Katniss Everdeen nos impressiona pela sua força de vontade e a extrema determinação por salvar sua família e as pessoas próximas à ela. Para isso, tem que enfrentar a opressão da Capital participando dos temidos Jogos Vorazes.

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A culpa é das estrelas, de John Green

Hazel Grace é uma paciente com câncer terminal, mas vê seu tumor diminuir. Enquanto isso, conhece Augustus Waters, um jovem rapaz que também luta contra o câncer. Os dois vivem juntos uma história de amor e superação.

 

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A redoma de vidro, de Sylvia Plath

Praticamente uma autobiografia, o único romance escrito por Sylvia Plath,  nos mostra a autora na forma de seu alter ego: Esther Greenwood, uma talentosa jornalista que luta contra a depressão. Uma jornada intrigante.

 

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Por Luis Fernando Salles

Livro que foi de Anne Frank será leiloado em Nova Iorque

Livro de contos de fadas que pertenceu à criança e heroína morta no Holocausto, assinado pela mesma, será leiloado em Nova Iorque, informou nesta quarta-feira, 16, a casa de leilões Swann Auction Galleries.

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A edição de original no alemão que contém as histórias dos irmãos Grimm, famosas como A Branca de Neve e João e Maria, que pertenceu à Anne e à sua irmã Margot antes de serem obrigadas a fugirem dos nazistas em 1942, está avaliada entre US$ 20 a US$ 30 mil.

Anne escreveu seu nome e o de sua irmã na contracapa, diz a empresa responsável pelo leilão que acontecerá no dia 5 de maio.
A caligrafia corresponde com outras memórias de Anne, que ficou famosa pelo livro que escreveu enquanto viveu confinada, de 1942 a 1944, se escondendo em seu porão tentando não ser encontrada pelos nazistas na época do Holocausto. Infelizmente, Anne foi encontrada e morta no campo de concentração de Bergen-Belsen, em 1945, dois meses antes do fim da derrota nazista. Seu livro vendeu mais de 30 milhões de exemplares e foi traduzido para 57 línguas.

Anne Frank nasceu em 1929, em Frankfurt, e Margot Frank nasceu em 1929. Em 1930, a família Frank se mudou para na Amsterdam na esperança de conseguir escapar do nazismo que estava matando milhares de judeus.
A edição do livro leiloado foi publicado em Viena, em 1925.

Por Lívia Lima

Zózimo Barrozo do Amaral terá biografia

Joaquim Ferreira dos Santos entregou à editora Intrínseca os originais da biografia de Zózimo Barrozo do Amaral, prevista para chegar às livrarias em setembro. A informação é do jornal O Globo.

Zózimo nasceu em 1941 no Rio de Janeiro. Ingressou no jornalismo em 1959, trabalhando para o Jornal do Brasil e O Globo. Costumava falar sobre política e economia na coluna de Carlos Swann,o que lhe valeu a prisão em mais de uma ocasião, durante a ditadura militar de 1964. Morreu com câncer no pulmão em em 1997, com 56 anos, em Miami, nos Estados Unidos, onde foi se tratar.

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Por Luis Fernando Salles