A Netflix lançou o retorno da série e muitos fãs deliraram!!! Cada capítulo se passará em uma estação diferente do ano, contando a rotina das “garotas Gilmore” na cidade de Star Hollow. Laura Graham e Alexis Bledel voltarão no papel da mãe Lorelai Gilmore e sua filha, Rory. O especial terá quatro episódios, de 90 minutos cada um, e mostra como andam as protagonistas Lorelai e Rory Gilmore nove anos após o desfecho, em 2007.

Lauren Graham e Alexis Bledel, de 'Gilmore girls' (Foto: Divulgação)

Além destes menins mais que especiais, grande parte do elenco original participará, como Scott Patterson (Luke), Kelly Bishop (Emily), Melissa McCarthy (Sookie) e Liza Weil (Paris).

E neste embalo, vamos citar 30 livros lidos pela personagem Rory, de Gilmore Girls, que você deveria ler também. Como todos devem se lembrar, Rory é aquele tipo de personagem na qual todo mundo já se inspirou pelo menos um pouquinho. Inteligente, sarcástica e uma verdadeira devoradora de livros (foram citados durante toda a série mais de 300 títulos), leu mais obras que, provavelmente, leremos durante toda nossa vida. Confira a lista:

1984 – GEORGE ORWELL

Winston, herói de ‘1984’, último romance de George Orwell, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico. De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O’Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que ‘só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade – só o poder pelo poder, poder puro.’

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS – LEWIS CARROLL

Quando decidiu seguir um coelho que estava muito atrasado, Alice caiu em um enorme buraco. Só mais tarde descobriu que aquele era o caminho para o País das Maravilhas, um lugar povoado por criaturas que misturam características humanas e fantásticas, como o Gato, o Chapeleiro e a Rainha de Copas – e lhe apresentam enigmas.

UM CONTO DE NATAL – CHARLES DICKENS

 ‘Um Conto de Natal’ traz a figura de Scrooge, um rabugento homem de negócios de Londres, sovina e solitário, que não demonstra um pingo de bons sentimentos e compaixão para com os outros. Não deixa que ninguém rompa sua carapaça e preocupa-se apenas com seus lucros. No frio natalino, ele é visitado pelo fantasma de Marley, seu sócio, morto há algum tempo.

COMÉDIA DOS ERROS – WILLIAM SHAKESPEARE

 ‘A comédia dos erros’ é considerada pelos pesquisadores como a primeira peça de Shakespeare, com sua estréia nos palcos tendo ocorrido provavelmente em 1594. Os erros a que se refere o título são enganos provocados pelas pessoas que conversam alternadamente com um gêmeo e o outro, sendo um residente de Éfeso, onde se passa a ação, e o outro, estrangeiro. Entretanto, a obra não deve ser confundida com uma comédia leve. Muito ao gosto de Shakespeare, ainda que em sua estréia como dramaturgo, os diálogos introduzem considerações sobre a condição feminina e sobre a condição servil; há credores e devedores e a honra de cada um; discute-se o lugar do ciúme no casamento; existe uma autoridade política que procura administrar justiça com compaixão; mais importante ainda, há a moderna busca pela identidade própria.

O CONDE DE MONTE CRISTO

O conde de Monte Cristo é um clássico da literatura mundial que mexe com a imaginação e a sensibilidade de milhões de leitores há mais de 150 anos. E esta obra-prima tem aqui a edição brasileira que merece uma tradução viva do texto integral, vencedora do prêmio Jabuti, 170 gravuras de época e mais de 500 notas explicativas, além de uma rica apresentação e cronologia de vida e obra do autor. Manipulando os cordões da trama, Alexandre Dumas prende o leitor numa teia de peripécias – traições, denúncias anônimas, tesouros fabulosos, envenenamentos e vinganças – e apresenta uma galeria de personagens que retrata o espectro social de um mundo em transformação.

CRIME E CASTIGO – FIODOR DOSTOIÉVSKI

Neste livro, Raskólnikov, um jovem estudante, pobre e desesperado, perambula pelas ruas de São Petersburgo até cometer um crime que tentará justificar por uma teoria – grandes homens, como César ou Napoleão, foram assassinos absolvidos pela História.

A SOCIEDADE DO ANEL

‘A Sociedade do Anel’ é a primeira parte da obra de ficção de J. R. R. Tolkien. Numa cidadezinha indolente do Condado, um jovem hobbit é encarregado de uma imensa tarefa. Deve empreender uma perigosa viagem através da Terra-média até as Fendas da Perdição, e lá destruir o Anel do Poder – a única coisa que impede o domínio maléfico do Senhor do Escuro.

AS CINCO PESSOAS QUE VOCÊ ENCONTRA NO CÉU

As cinco pessoas que você encontra no céu conta a história de Eddie, mecânico de um parque de diversões, que morre no dia de seu aniversário de 83 anos. Imerso numa rotina de trabalho e solidão, ele passou a vida se considerando um fracassado. Ao acordar no céu, encontra cinco pessoas que lhe mostram o verdadeiro valor de sua vida. Este livro foi escrito para cada um de nós, pois freqüentemente nos sentimos frustrados e inúteis – assim como Eddie – por não termos realizado nossos sonhos. Ele nos faz lembrar que vivemos numa ampla teia de ligações e que temos o poder de mudar o destino dos outros com pequenos gestos. Mitch Albom nos dá mais uma vez uma grande lição sobre a importância da lealdade e do amor. 

E O VENTO LEVOU – MARGARETH MITCHELL

Este livro conta a saga de Scarlett O’Hara e de sua transformação de jovem impetuosa e mimada em mulher prática e disposta e tudo para conseguir o que deseja. Frustrada por não conseguir se casar com Ashley Wilkes, Scarlett acaba se envolvendo com o charmoso aventureiro Rhett Butler, com quem viverá uma conturbada história de amor. Nesta obra, Mitchell descreve a Guerra Civil norte-americana e retrata as mudanças que pavimentaram a história dos Estados Unidos e enterraram para sempre um estilo de vida.

A SANGUE FRIO – TRUMAN CAPOTE

Fruto de investigação, feita ao longo de meses, esta obra combina a objetividade factual e os recursos da narrativa de ficção, contando a história da chacina da família Clutter e dos autores do crime, executados em 1965.

METAMORFOSE – FRANZ KAFKA

O texto pretende colocar o leitor diante de um caixeiro-viajante – Gregor Samsa – transformado em inseto monstruoso. A partir daí, a história busca ser narrada com um realismo inesperado que procura associar o inverossímil e o senso de humor ao que é tido como trágico, grotesco e cruel na condição humana.

NOTAS DE UM VELHO SAFADO – CHARLES BUKOWSKI

No livro, a América tem uma cara de 50 anos, corpo de 18 e desfila de calcinha rosa claro e salto alto na madrugada corrosiva de Los Angeles. A América é um sapatão furioso com uma garra metálica no lugar da mão esquerda e não quer saber de transar com o Velho Safado. A América é uma deusa milionária com a qual ele se casa e da qual amargamente se separa. A América é uma prostituta, 150 quilos, um metro e meio de altura, que peida, uiva e destroça a cama quando goza. A América é também estudantes e revolucionários proferindo discursos inflamados em parques ensolarados de São Francisco no final da década de 60. A América é Neal Cassady dirigindo alucinadamente pelas ruas de Los Angeles, pouco tempo antes de morrer de overdose sobre os trilhos de uma ferrovia mexicana. A América é Jack Kerouac e Bukowski poetando na Veneza californiana. ‘Notas de um velho safado’ forma um conjunto de histórias excepcionais saídas de uma vida violenta e depravada, horrível e santa . 

UM ESTRANHO NO NINHO

Esta obra relata os dias de R.P. McMurphy em um hospício. Ao ser condenado por um crime, ele se finge de louco para escapar da cadeia e agora enfrenta os desafios de uma instituição em que a insegurança e o medo imperam sob o comando de uma sádica enfermeira. Logo, McMurphy descobre que pode modificar aquela realidade, transformando suas vidas para sempre.

O CORCUNDA DE NOTRE DAME – VICTOR HUGO

A cigana Esmeralda dança em frente à catedral de Notre Dame. Ao redor da jovem e da igreja, circulam outros personagens inesquecíveis – como o cruel arquidiácono Claude Frollo, o capitão Phoebus, a velha reclusa Gudule e, claro, o disforme Quasímodo, o corcunda que cuida dos sinos da catedral. A edição traz o texto integral, notas explicativas e mais de 50 ilustrações originais.

ILÍADA – HOMERO

Graças à maestria de seu autor, essa janela no tempo se abre para paisagens vastíssimas, repletas de personagens e eventos que ficariam marcados para sempre no imaginário ocidental. É nesse épico homérico que surgem figuras como Páris, Helena, Heitor, Ulisses, Aquiles e Agamêmnon, e em seus versos os leitores são transportados diretamente para a intimidade dos deuses, com suas relações familiares complexas e às vezes cômicas. Mas, acima de tudo, a ‘Ilíada’ é a narrativa da tragédia de Aquiles. Irritado com Agamêmnon, líder da coalizão grega, por seus mandos na guerra, o célebre semideus se retira da batalha, e os troianos passam a impor grandes derrotas aos gregos. Inconformado com a reviravolta, seu escudeiro Pátroclo volta ao combate e acaba morto por Heitor. Cegado pelo ódio, Aquiles retorna à carga sedento por vingança, apesar de todas as previsões sinistras dos oráculos.

CARTAS A UM JOVEM POETA – RAINER MARIA RILKE

Este volume apresenta duas das obras mais conhecidas de Rainer Maria Rilke. Cartas a um Jovem Poeta, com tradução de Paulo Rónai, nome de relevante projeção nos meios literários brasileiros, compõe-se de uma série de dez cartas, escritas entre 1903 e 1908, endereçadas ao jovem Franz Xaver Kappus, indeciso entre seguir a carreira militar e a literária. A outra obra incluída no presente volume é A Canção de Amor e de Morte do Porta-Estandarte Cristóvão Rilke. Em junho de 1929, três anos após a morte de Rainer Maria Rilke, Kappus decidiu publicar dez cartas que recebera do poeta em um momento decisivo de sua vida e que poderiam ser úteis a outros jovens, vivendo os conflitos e as incertezas da idade. “De literatura, propriamente, pouco falam as cartas”, escreve Cecília Meireles, “O resto é muito mais importante, uma vez que a parte formal da arte acaba sempre por se realizar, quando atrás dela há uma imposição total de vida transbordante.”

PARIS É UMA FESTA – ERNEST HEMINGWAY

O livro revela um Hemingway diferente. Em Paris, aos 22 anos, ele lê, pela primeira vez, clássicos como Tolstói, Dostoievski e Stendhal. Convive com Gertrude Stein, James Joyce, Ezra Pound, F. Scott Fitzgerald, figuras polêmicas e encantadoras para o jovem autor. A cidade e esses ‘companheiros de viagem’ deram-lhe nova dimensão do humano e maior sensibilidade para alcançar os seus dois objetivos primordiais na vida – ser um bom escritor e viver em absoluta fidelidade consigo próprio. Há, em ‘Paris é uma festa’, momentos de suave melancolia, alternados com outros de cortante, quase selvagem crueldade.

O ILUMINADO – STEPHEN KING

Jack Torrence consegue um emprego de zelador em um velho hotel, e acha que será a solução dos problemas de sua família – não vão mais passar por dificuldades, sua esposa não vai mais sofrer e seu filho, Danny, vai poder ter ar puro para se livrar de estranhas convulsões. Mas as coisas não são tão perfeitas como parecem – existem forças malignas rondando os antigos corredores. O hotel é uma chaga aberta de ressentimento e desejo de vingança, e, inevitavelmente, um embate entre o bem e o mal terá de ser travado.

SOM E FÚRIA – WILLIAM FAULKNER

Este romance, finalizado em 1929, marca o início da chamada ‘segunda fase’ da carreira de William Faulkner (1897-1962) e é considerado sua obra mais importante. O ambiente da escritura de Faulkner é o sul dos Estados Unidos, escravocrata e derrotado na Guerra da Secessão. ‘O som e a fúria’ narra a agonia de uma família da velha aristocracia sulista, os Compson, entre os dias 2 de julho de 1910 e 8 de abril de 1928. Um apêndice, acrescentado pelo escritor em 1946, fornece outras informações sobre a história dos Compson entre 1699 e 1945. Assim, é possível afirmar que o grande personagem desta obra-prima é o tempo, o que lhe confere interesse universal.

UM CONTO DE DUAS CIDADES – CHARLES DICKENS

Considerado um clássico da literatura inglesa do século XIX, Um Conto de Duas Cidades, do romancista inglês Charles Dickens trata ao mesmo tempo da realidade da Inglaterra e da França revolucionária. As duas cidades em questão são Londres e Paris. O conto foi publicado em forma de folhetins durante os anos de 1858 e 1869. Dickens toma como ponto de referência a Revolução Francesa para apontar os problemas sociais e políticos da Inglaterra, pois temia que a história se repetisse em seu país enquanto escrevia o romance. A narrativa tem início em 1775, quando começam a germinar os movimentos que culminariam na Revolução Francesa em 1779. Em meio a grandes injustiças e abusos por parte da nobreza, os camponeses e artesãos conformam-se com as injúrias, sabedores de que o tempo da vingança está próximo.

O ANO DO PENSAMENTO MÁGICO – JOAN DIDION

As frases iniciais de ‘O ano do pensamento mágico’ dão o tom exato dessa narrativa – ‘A vida se transforma rapidamente. A vida muda num instante. Você se senta para jantar e a vida que você conhecia acaba de repente’. Sem uma gota de autopiedade e com um estilo envolvente e emocionante, Joan Didion narra o período de um ano que se seguiu à morte de seu marido, o também escritor John Gregory Dunne, e a doença de sua única filha. Feito com uma dose de sinceridade e paixão, ‘O ano do pensamento mágico’ nos revela uma experiência pessoal e, ao mesmo tempo, universal. É um livro sobre a superação e sobre a nossa necessidade de atravessar – racionalmente ou não – momentos em que tudo o que conhecíamos e amávamos deixa de existir.

UM BONDE CHAMADO DESEJO – TENESSE WILLIAMS

Tennessee Williams foi um dos dramaturgos mais premiados nos EUA e, no auge de seu sucesso, um dos escritores mais requisitados por Hollywood. Suas peças misturam a realidade cotidiana de brutalidade e erotismo ao lirismo e à busca de refúgio em um mundo sem coração. A primeira montagem de Um bonde chamado Desejo, dirigida por Elia Kazan, fundador do Actor’s Studio de Nova York, marcou a estréia de Marlon Brando na carreira de ator. Filmada, elevou Brando ao estrelato. Nesta peça, Williams criou uma das personagens femininas mais marcantes do teatro – Blanche DuBois.

A ESCOLHA DE SOFIA

Este romance narra o envolvimento de Stingo com a bela Sofia, assombrada pela terrível escolha que precisou fazer um dia e que definiu o resto da sua vida. ‘A escolha de Sofia’ mostra uma mulher entregue a uma relação alucinante e destrutiva, impermeável a qualquer felicidade capaz de desviá-la do puro e simples aniquilamento. Para além das cercas eletrificadas e das câmaras de gás, Auschwitz continuava a fazer vítimas. Por trás das angustiantes lembranças que atormentam Sofia, cujos mistérios são aos poucos implacavelmente revelados, o autor mergulha nas raízes da loucura e da crueldade humana.

A VIDA SECRETA DAS ABELHAS – SUE MONK KIDD

Tendo como pano de fundo os anos 1960, ‘A vida secreta das abelhas’ é uma história marcante sobre o poder feminino e o poder do amor. A adolescência de Lily Owens tem sido complicada. Ela não se lembra da morte da mãe, há mais de dez anos, e sua relação com o pai é mais que difícil. Em 1964, quando completa catorze anos, ela decide fugir junto com sua babá Rosaleen. Lily sai a caminho de Tiburon, a cidade que parece esconder alguma resposta sobre a vida de sua mãe. Chegando lá, ela e Rosaleen são acolhidas por três irmãs. Aos poucos, Lily descobre um mundo mágico de abelhas, mel e da Madona Negra. Com a ajuda das irmãs Boatwright – August, May e June -, Lily tenta desvendar sua história. Será que ela conseguirá enfrentar os demônios de seu passado e se tornar uma jovem independente?

CEM ANOS DE SOLIDÃO – GABRIEL GARCIA MARQUEZ

Em ‘Cem anos de solidão’, Gabriel García Marquez narra a história da família Buendía, uma estirpe de solitários que habitam a mítica aldeia de Macondo. A narrativa desenvolve-se em torno de todos os membros dessa família, com a particularidade de que todas as gerações foram acompanhadas por Úrsula, uma personagem centenária e uma matriarca conhecida.

SE EU FALAR BONITO UM DIA – DAVID SEDARIS

O público que ouvia uma rádio de grande audiência nos Estados Unidos, em 1992, se dobrava de rir com as peripécias que um certo David Sedaris narrava sobre a sua participação, fantasiado de elfo, numa promoção natalina das lojas Macy’s em Nova York. Nascia ali um novo astro do humor inteligente, só comparável a craques como Woody Allen e Jerry Seinfeld. Quando começaram a ser reunidos em livros, a partir de 1994, os relatos auto-biográficos de Sedaris conquistaram mais de3 milhões de leitores em todo o mundo, absolutamente cativados por sua ironia arrasadora, aliada a um imenso talento literário, como se pode aferir nos textos de ‘Eu falar bonito um dia’. Nesta coletânea de relatos autobiográficos, Sedaris mostra por que é sempre melhor rir de si mesmo, e de todo mundo à nossa volta, do que tentar extrair pesadas lições de moral de nossa comezinha experiência terrena.

A VIDA DE PI – YANN MARTEL

Filho do administrador do jardim zoológico de Pondicherry, na Índia, Pi Patel possui um conhecimento enciclopédico sobre animais e uma visão da vida muito peculiar. Quando Pi tem dezasseis anos, a família emigra para a América do Norte num navio cargueiro juntamente com os habitantes do zoo. Porém, o navio afunda-se e Pi vê-se na imensidão do Pacífico, a bordo de um salva-vidas, acompanhado de uma hiena, um orangotango, uma zebra ferida e um tigre de Bengala. Em breve restarão apenas Pi e o tigre, e a única esperança de sobreviverem é descobrirem que ambos precisam um do outro.

TUDO SE ILUMINA – JONATHAN SAFRAN FOER

O jovem escritor deste romance é judeu e sempre quis saber detalhes da história de seu avô, um ucraniano que teve toda a sua família assassinada pelos nazistas e só escapou da morte graças à ajuda de uma certa Augustine, que o teria escondido dos alemães. Obcecado pela origem de sua família, o rapaz foi à Ucrânia tentar descobrir o paradeiro daquela mulher. Ele não tinha informação alguma para lhe servir de guia, sabia apenas que seu avô era de Trachimbrod, uma pequena aldeia judaica. Fora isso, ele contava com uma fotografia antiga que supostamente mostrava Augustine e seus parentes. ‘Tudo se Ilumina’ é construído sobre três narrativas completamente diferentes, que seguem paralelas e entremeadas.

ADMIRÁVEL MUNDO NOVO – ALDOUS HUXLEY

Uma sociedade inteiramente organizada segundo princípios científicos, na qual a mera menção das antiquadas palavras ‘pai’ e ‘mãe’ produzem repugnância. Um mundo de pessoas programadas em laboratório, e adestradas para cumprir seu papel numa sociedade de castas biologicamente definidas já no nascimento. Um mundo no qual a literatura, a música e o cinema só têm a função de solidificar o espírito de conformismo. Um universo que louva o avanço da técnica, a linha de montagem, a produção em série, a uniformidade, e que idolatra Henry Ford.

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